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terça-feira, 14 de junho de 2016

4 dicas pra diminuir a ansiedade do seu cão



Xô, estresse! Conheça algumas táticas para acalmar peludos

1. Sem despedidas: Não faça de sua saída um grande evento. O cachorro deve aprender que ficar sozinho não é tão ruim.

2. Não dê bola: Mas também não precisa repreender reações eufóricas e latidos excessivos. Isso gera mais angústia.

3. Invista na distração: Ao sair de casa, deixe seu companheiro entretido com brinquedos recheados de petiscos — só não exagere!

4. Passeie mais: Atividade física incita a liberação de endorfina, hormônio associado à sensação de bem-estar.

Fonte: MdeMulher




quinta-feira, 9 de junho de 2016

Saiba o que os animais devem comer



Saiba como deve ser a alimentação do seu pet. Quantidade exagerada pode até causar a morte do animal

Assim como os humanos, os pets devem comer de forma equilibrada e completa, ou seja, a alimentação deve conter todos os nutrientes nas quantidades ideais que cada espécie necessita. “É importante estar atento à quantidade de alimento recomendada na embalagem e fracionar as refeições, mas isso muda de animal para animal”, conta Keila Regina de Godoy, médica veterinária (SP). No caso, gatos fazem várias pequenas refeições por dia, já os cães fazem duas ou três, com maior quantidade. Mas o ideal é que a base da alimentação seja a ração, seca ou úmida, desde que esta seja de alta qualidade. Se quiser variar o cardápio existem possibilidades. “Os pets podem comer carne e frango cozidos sem tempero, banana, maçã, mamão, cenoura e chuchu. Mas as quantidades diárias desses extras devem ser bem moderadas”, alerta Keila. Porém, atenção! Muitos alimentos que são deliciosos para nós são prejudiciais aos animais. Por exemplo, chocolates, uva-passa e uva fresca e cebolas. Isso porque são tóxicos aos peludos e, dependendo da quantidade, podem até causar a morte do animal.

Fonte: Keila Regina de Godoy, médica veterinária (SP)

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Faça o teste e descubra se o seu pet é muito ciumento



Quão ciumento seu pet é? Faça o teste e descubra! Em alguns casos, é necessário ajuda profissional

Seu pet é muito ciumento? Faça o teste e descubra o quanto possessivo ele é, ou não. Fique atento, pois em alguns casos, o ciúme pode fazer mal ao peludo e ele irá precisar de ajuda profissional.

Responda as questões, anote, e veja o resultado!

1) Quando você deixa seu pet de lado para dar atenção a outro animal, criança ou pessoa ele…

a) Late/mia muito
b) Não late/mia, mas fica bravo
c) Nem liga e continua na dele

2) Com que frequência ele muda de comportamento quando alguém ou outro animal chega em casa ou perto de você?

a) Sempre!
b) Demora um pouco
c) Ele nem liga para as visitas

3) Quando você deita no sofá com o seu pet, ele…

a) Rosna/morde para qualquer um que se aproxime de você
b) Fica de olho no “intruso”, mas deixa que sente no sofá
c) Nem liga e até agrada e/ou brinca com o outro

4) Quando você tira um brinquedo dele:

a) Ele late/mia até que o devolva
b) Ele fica quieto, mas bem ansioso
c) Ele desiste da brincadeira e parte para outra atividade
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Respostas:

Maioria C
Seu animal é tranquilo e não tem problemas em dividir a atenção do dono com outras pessoas ou animais. O sentimento de possessão aí é nulo ou quase imperceptível no bicho.

Maioria B
Seu animal tem certa possessão por você, mas, claro, nada que não seja remediável, fique tranquilo. Aposte muito no carinho, na atenção e nas recompensas. Agindo assim, seu pet tende a responder às suas expectativas.

Maioria A
Alerta vermelho! Seu animal precisa de ajuda profissional já, ou talvez você deva se valer mais dos carinhos, passeios, brincadeiras e dar atenção redobrada ao peludo durante sua rotina. Use e abuse das dicas de treinos que demos por aqui e das instruções de especialistas em comportamento animal.

Fonte: Revista Meu Pet 


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Alergia alimentar em cães


Alimentos como ovos e leite podem propiciar o surgimento da alergia nos animais

Assim como os seres humanos, os pets não estão livres da alergia alimentar . Nos cães, a doença afeta o sistema imunológico e, segundo o médico veterinário e dermatologista do Hospital Veterinário Pet Care, Dr. Luiz Lucarts, alimentos como carne bovina, ovina, suína, peixes, aves, leite, ovos, entre outros, contribuem com o problema. “Esses alimentos possuem proteínas, carboidratos, lipoproteínas e glicoproteínas, que desencadeiam fortes reações alérgicas no animal”, salienta o veterinário.

Outros produtos de origem vegetal ou que contenham corantes artificiais, conservantes e aromatizantes também causam alergias nos cães. E embora não haja uma predisposição racial determinada, cães de raças como West Highland White Terrier, Golden Retrivier, Boxer, Shar Pei e Lhasa Apso são os que mais sofrem com a possibilidade de desenvolver esse tipo de alergia.

Sintomas da alergia nos pets

A coceira é o principal sintoma da alergia, mas geralmente ele não fica totalmente evidente no pet. “Este prurido pode se manifestar como otites frequentes, que são as inflamações no ouvido. É possível detectar também pela lambedura insistente das patas”, explica o especialista.

Para tratar a alergia nos cães existem vários tipos de dietas especiais que curam a patologia, mas cada caso deve ser analisado individualmente pelo veterinário, uma vez que os cães podem apresentar históricos alimentares bem diferentes. Com base em uma dieta caseira ou hipoalergênica, são feitos testes para descobrir qual alimento é o causador da alergia. “A dieta deverá ser realizada de 8 a 12 semanas.”

Aos primeiros sinais de melhora, o animal retorna gradativamente à sua antiga alimentação para que o veterinário consiga descobrir qual ingrediente é, de fato, o responsável pela alergia. Por isso, mesmo que seu pet fique de olho na sua comida, fazendo aquela carinha de “pidão”, nada de dar um pedaço a ele! A saúde dele está sempre em primeiro lugar.

Fonte: Dr. Luiz Lucarts médico veterinário e dermatologista do Hospital Veterinário Pet Care,


segunda-feira, 30 de maio de 2016

5 Dicas para o pet que espirra em excesso


Fique atento às disfunções respiratórias também atingem os mascotes e aposte nas dicas para o pet que espirra em excesso

1. O quadro merece atenção quando se tornar excessivo, pois pode indicar disfunções respiratórias.

2. As doenças virais respiratórias nos gatos são diferentes das dos cachorros, mas em ambas os sintomas são os espirros em excesso.

3. Em situações graves de alergias é necessário tratar o pet com antialérgicos injetáveis, via oral ou por inalação, receitados pelo médico veterinário.

4. Se a causa for uma infecção causada por bactérias ou fungos, será preciso fazer tratamento com medicamentos.

5. Os espirros só são considerados excessivos se forem superiores a quatro por dia, fique atento a isso!

Fonte Mariana Buck, veterinária do Hospital Veterinário Santa Inês (SP)


quinta-feira, 12 de maio de 2016

Tratamento de pets obesos passa por cuidados com alimentação e exercício



Encher o cão ou gato de ração ou petiscos não deve ser encarado como ato de amor, mas como mau hábito que pode levá-los à obesidade. Bichos gordinhos tendem a sofrer com uma menor expectativa de vida, dores nas articulações, dificuldade de locomoção, problemas de respiração e, até mesmo, diabetes.

O professor Aulus Carciofi, da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp (Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”), explica como identificar se um animal apresenta sobrepeso: “O saudável é ter as costelas facilmente palpáveis. Na natureza, os animais são atletas, rápidos, e para isso precisam ter o corpo fino e musculoso. Hoje, se você coloca um gato de tamanho ideal para ser analisado por proprietários de felinos, a maior parte vai achar que o bicho é muito magro, porque existe uma distorção do que é o padrão”.

Balança acusadora

Cães ou gatos que apresentem um acréscimo de 10% ao peso considerado ideal (variável segundo raça, porte, idade e sexo) podem ser considerados com sobrepeso, enquanto o aumento de 25% a 30% é classificado como obesidade. Raças caninas como Cocker Spaniel (ideal: 12 a 15 kg), Labrador (25 a 30 kg) e Rottweiler (37 a 58 kg) estão mais sujeitas ao problema, mas nenhum animal está imune.

O especialista afirma também que a obesidade determina doenças distintas em cães e gatos. No caso felino, além de danos ortopédicos, o diabetes é particularmente comum. Já cães obesos costumam ter expectativa de vida 15% menor e sofrer de dores crônicas nas articulações. Para evitar que isso ocorra a receita é simples: equilibrar a dieta e estimular os exercícios. Comece não deixando a ração disponível de forma permanente e evite atender às súplicas por alimentos “fora de hora”. Aumente a rotina de passeios e brincadeiras e se, ainda assim, o bicho permanecer obeso, procure auxílio especializado, pois o sobrepeso e a obesidade podem ser determinados por disfunções endócrinas.

Dieta, a palavra de ordem

Bolinha e a lanchonete: Foi justamente a dieta aliada à prática de exercícios que fez Bolinha eliminar 20 kg. Resgatado na porta da lanchonete de um posto de combustível na BR-364, em Cuiabá (MT), pela OPA- MT (Organização de Proteção Animal), em setembro de 2014, o cãozinho está sob os cuidados de Michelle Scopel.

Ela conta que o cachorro pesava 36,5 kg ao ser adotado e tem dificuldade para manter o peso saudável. Para isso é preciso manter a alimentação balanceada, os passeios com o adestrador e os exercícios na piscina. O tratamento particular era custeado por doações e foi interrompido em dezembro de 2015 por falta de recursos da ONG. “Desde que parou de fazer as atividades, em janeiro, Bolinha já ganhou dois ou três quilos. Mas percebo que ele é um cão que tem vontade de ser ativo, sabe os dias em que o adestrador viria e fica esperando por ele”, conta Michelle.

A buldogue Aruska pesa quatro quilos a mais que o recomendado e sofre bulling durante os passeios
Dieta também faz parte da rotina de Aruska. A cachorrinha tem três anos e pesa 22 kg, mas segundo o veterinário, seu peso ideal é 18 kg. Além dos problemas de respiração (que são comuns em buldogues ingleses) terem se tornado mais evidentes, o peso da cadela se tornou motivo de “bullying” durante os passeios, como conta o tutor Cleber Machado: “As pessoas olham e dizem ‘Nossa! Que gorda!'”

Cansado de tanto falatório e pensando no bem estar do animal, a solução foi adotar hábitos saudáveis: as porções de alimento diminuíram, a ração é especial e os “agradinhos” são contados. Só não mudou a frequência dos passeios, são três por dia. O hábito de agradar os animais, aliás, está entre os principais motivos da balança disparar. “Um dos maiores prazeres do proprietário é dar comida ao gato ou ao cachorro”, afirma o veterinário Aulus Carciofi.

É um misto deste prazer e de uma “dózinha” que bate no peito que fez com que a jornalista Fernanda Mendonça Vicentini ainda não tenha conseguido colocar Bento na linha. O gato com 12 anos pesa nove quilos, mas o ideal seria que pesasse seis. Fernanda conta que embora Bento sempre tenha sido alimentado apenas com ração, começou a ganhar peso conforme os anos foram passando. Para evitar que o animal tenha complicações decorrentes do sobrepeso, a veterinária do bichano indicou uma dieta.

Compramos uma ração especial, mais light, mas não tivemos coragem de dar. Temos outros dois gatos e uma matemática cruel: fazer o Bento perder peso sem alterar a alimentação dos outros”. A relação do bichano com a comida, aliás, é bastante peculiar. Bento tem o costume de retirar os grãos de ração do pratinho e comê-los um a um e pede por mais antes mesmo que a quantidade disponível acabe. Mas essa farra, segundo a cuidadora, terá fim: Bento fará a dieta.

Fonte: Aulus Carciofi,professor da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias da Unesp 


terça-feira, 12 de abril de 2016

Liminar determina guarda alternada de animal de estimação



A decisão reconhece os animais como sujeitos de direito nas ações referentes às desagregações familiares.

O juiz Fernando Henrique Pinto, da 2ª Vara de Família e Sucessões de Jacareí, concedeu liminar para regulamentar a guarda alternada de um cachorro entre seus donos. A decisão reconhece os animais como sujeitos de direito nas ações referentes às desagregações familiares.

O casal está em processo de separação judicial e, provisoriamente, a guarda do cão será alternada: uma semana de permanência na casa de cada um.

O magistrado citou alguns estudos científicos sobre o comportamento de animais e leis relacionadas ao tema e afirmou: “Diante da realidade científica, normativa e jurisprudencial, não se poderá resolver a ‘partilha’ de um animal (não humano) doméstico, por exemplo, por alienação judicial e posterior divisão do produto da venda, porque ele não é mera ‘coisa’. Como demonstrado, para dirimir lides relacionadas à ‘posse’ ou ‘tutela’ de tais seres terrenos, é possível e necessário juridicamente, além de ético, se utilizar, por analogia, as disposições referentes à guarda de humano incapaz”.

A ação tramita em segredo de justiça por envolver questão de Direito de Família. Cabe recurso da decisão.






O juiz Fernando Henrique Pinto, da 2ª Vara de Família e Sucessões de Jacareí, concedeu liminar para regulamentar a guarda alternada de um cachorro entre seus donos. A decisão reconhece os animais como sujeitos de direito nas ações referentes às desagregações familiares.

        O casal está em processo de separação judicial e, provisoriamente, a guarda do cão será alternada: uma semana de permanência na casa de cada um.

        O magistrado citou alguns estudos científicos sobre o comportamento de animais e leis relacionadas ao tema e afirmou: “Diante da realidade científica, normativa e jurisprudencial, não se poderá resolver a ‘partilha’ de um animal (não humano) doméstico, por exemplo, por alienação judicial e posterior divisão do produto da venda, porque ele não é mera ‘coisa’. Como demonstrado, para dirimir lides relacionadas à ‘posse’ ou ‘tutela’ de tais seres terrenos, é possível e necessário juridicamente, além de ético, se utilizar, por analogia, as disposições referentes à guarda de humano incapaz”.

        A ação tramita em segredo de justiça por envolver questão de Direito de Família. Cabe recurso da decisão.

        Comunicação Social TJSP – AG (texto) / internet (foto ilustrativa)
        
imprensatj@tjsp.jus.br

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Como entender, interpretar e influenciar o comportamento dos cães



Diversas ciências e estudos contribuem para um entendimento cada vez maior sobre o comportamento dos cães. Através deles podemos entender, interpretar e modificar diversos comportamentos.


Através da etologia, por exemplo, podemos compreender diversos comportamentos que, hoje, não possuem nenhuma função aparente. Somente uma investigação multidisciplinar permite um real entendimento do comportamento do cão dentro de nossas casas.


Vamos desvendar agora as causas de alguns deles! O que dizer do cão que insiste em enterrar ossos entre almofadas, mesmo estando num lugar onde jamais seria roubado? Na verdade, ele age assim porque ancestrais que escondiam comida lhe passaram esse instinto, geração após geração.


Enquanto outros exemplares menos precavidos eram mais atingidos pela fome, os mais bem nutridos puderam se defender e se reproduzir melhor. 

Com isso, deixaram mais descendentes e propagaram mais as próprias características genéticas. 

Foi a partir desse processo que o naturalista Charles Darwin formulou a teoria da evolução das espécies. Um exemplo clássico é o das girafas, com seu longo pescoço que evoluiu para alcançar as folhas do topo das árvores, alimento não disponível para a maioria das espécies. 

O lobo macho que briga para cruzar transmite melhor os seus genes. Se o dócil por um lado evita confrontos, por outro deixa de se acasalar. Isso explica por que cães machos costumam brigar entre si – eles são herdeiros dos genes de ancestrais briguentos.


Por que a cadela tem gravidez psicológica? Algumas cadelas, geralmente após o cio, produzem leite sem ter tido filhotes. 


É a chamada falsa gravidez. Na vida em alcatéia, somente as lobas dominantes se reproduzem. 

Para cuidar dos filhotes, elas contam com a ajuda das demais fêmeas. Produzir leite mesmo sem ter engravidado permite à loba não dominante amamentar a ninhada e liberar a dominante para exercer outros papéis, como o de ajudar a defender o grupo e o de trazer alimentos, aumentando a capacidade de sobrevivência de toda a alcatéia.


O que faz o cão rosnar quando chegamos perto da comida dele? Ao afastar o espertinho pronto a abocanhar um naco adicional de comida, defendendo com agressividade um pedaço de carne da caça recém-abatida, o lobo garante o direito de consumir o alimento em seu poder. 


Quando alguém se aproxima do prato do cão, ele age por instinto e segue o princípio de seus antepassados - não dar moleza é a melhor estratégia! Alguns cães não permitem que outros do mesmo grupo brinquem. Por quê? Uma das habilidades do lobo dominante é impedir que lobos do grupo se unam. Isso evita a possibilidade de ser derrubado do poder por alguns indivíduos que se juntam.

 Ir até uma dupla que interage mais que o necessário e tentar obrigá-la a parar de brincar, de trocar carinhos ou de lutar, é uma forma de dividir para governar e, assim, garantir a prioridade nos acasalamentos e transmitir os genes responsáveis por esse comportamento.


Por que, quando o dono intervém para separar o cão de uma briga, ele pode atacar ainda mais? Ao brigar, o lobo avalia se outros indivíduos no grupo estão a seu lado. 


Caso se sinta "garantido" por um ou mais companheiros, fica mais corajoso, valente e agressivo. Quando um cão briga, ocorre o mesmo. Ao ver o dono berrar e correr na direção dele, imagina que conseguiu um aliado e passa a atacar o adversário com maior empenho.


Por que o cão precisa tanto de companhia? O que leva o cão a ser tão dependente de companhia? Os lobos precisam um dos outros para sobreviver. O exemplar solitário não consegue caçar animais muito grandes e enfrenta maiores dificuldades para se proteger do que o enturmado.



Portanto, estar sozinho pode significar a morte. Por isso, predominam na reprodução os exemplares mais dependentes de companhia.



Os comportamentos herdados são fixos? Alguns comportamentos são difíceis de alterar, outros são facílimos. 


Quando o comportamento instintivo causa problemas, é importante procurar mudar a maneira pré-programada de o cão entender as coisas. 

E, se ele tiver alguma atitude extremamente perigosa, torna-se fundamental inibi-la, aplicando técnicas comportamentais. Como exemplo podemos citar o ataque canino a uma criança que é confundida com uma presa de caçada. 

Nesse caso, não devemos ficar nos justificando. É preciso pedir auxilio a um profissional capacitado.


fonte: Scientific Electronic Library Online

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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Cachorros latem, mas por quê?



Segundo uma matéria publicada na Veja, intitulada ‘Por que os cachorros latem’, cientistas detectaram 3 grupos de latidos e confirmaram o fato de que sim, os cachorros latem para se comunicar conosco!

A matéria faz uma comparação entre o aprendizado de bebês e o aprendizado de filhotes, nos fazendo compreender que tal qual os bebês humanos, os filhotes de cachorro aprendem por imitação. Um dado bastante interessante citado na matéria é que entre os lobos, a vocalização não é composta de latidos e que estes correspondem apenas a 3% dos sons emitidos por eles.

Para quem convive e até para quem não convive com cachorros uma certeza é unânime, cachorros latem e o latido de cada cão tem uma identidade bastante peculiar que geralmente seus donos são capazes de interpretar de imediato. Tenho hoje 6 cães e sei exatamente qual é a voz de cada um deles e o que significa cada um de seus latidos. Outro fato interessante é que de acordo com o estudo publicado em seu livro The Genius of Dogs, o cientista Brian Hare, registrou que a linguagem do cachorro além de ter se desenvolvido no intuito de se comunicar conosco, da mesma forma como acontece com as crianças, os cachorros também aprenderam a variar o latido, a forma de olhar e até sua movimentação, caso percebam que estão  sendo compreendidos, ou não, ou seja, em sua evolução os cachorros aprimoraram suas habilidades sensoriais para interagir com os humanos.

Se você deseja que seu cachorro pare de latir, precisa ter uma atitude mais calma para que isso aconteça. Gritos ou ficar repetindo sistematicamente não, costumam ter efeito contrário, acentuando o comportamento de euforia. Você precisa chamar a atenção do seu cachorro de outra maneira, provocando algum som que faça ele desviar a atenção e tirar o pensamento daquilo que está provocando os latidos. Quando ele parar, faça que venha até você, acalme-o sem muita festa, deixe que ele deite-se ao seu lado e preste atenção em você, só aí você falará o nome do cachorro e poderá fazer um carinho.

Cachorros latem, isso é fato! E nem todo latido deve ser repreendido, afinal ele pode estar fazendo a guarda de sua casa, por exemplo!
Mas, quando cachorros latem por qualquer motivo, a única forma eficaz para controlar sua ansiedade é estar mais presente. Você terá que observar muito bem o cachorro para identificar o que está perturbando ele e assim, encontrar uma solução que seja adequada. Cachorros solitários, que passeiem pouco, mesmo tendo um quintal grande, geralmente ficarão entediados, principalmente cães mais novos, e por isso podem vir a latir por qualquer motivo.

Um cachorro que passeia regularmente, ao menos 40 minutos, duas vezes ao dia, tende a ser mais tranquilo e latir apenas para se comunicar. Note por exemplo, como os cães de rua não latem tanto, eles andam muito o dia todo, a natureza do cachorro é assim, o caminhar faz parte de seus instintos e privá-lo disso faz com que um turbilhão de emoções brotem em forma de pura ansiedade, portanto geralmente um simples caminhar é o remédio mais indicado. Além disso, reforça o elo entre você e seu cachorro, tornando ele mais obediente e feliz.

Não esqueça também de passear com seu cachorro sempre antes de alimentá-lo e não o oposto. Isso é extremamente importante para condicioná-lo a ser mais calmo. É comum as pessoas alimentarem o cachorro e sair para passear depois, na intenção de que ele faça suas necessidades fora de casa, mas isso não faz bem para ele. Após chegar de um passeio, aguarde algum tempo até que o cachorro se acalme e só após ele estar bem calmo e hidratado, ofereça o alimento. Isso proporcionará ao seu amigo peludo e a você uma atmosfera calma após as refeições. Não esqueça que cães jamais devem se agitar após as refeições, por correr o risco de torção gástrica, principalmente em raças maiores.

fonte: Blog do Cachorro 

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segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Alimentos que fazem mal para cachorros



Embora uma pequena guloseima não faça mal aos cães de vez em quando, eles devem seguir uma alimentação saudável e adequada, onde não podem constar os seguintes alimentos, que cachorro não pode comer e podem apresentar riscos de saúde graves a eles.

Alimentos que fazem mal para cachorros

Chocolate: os cães – nem nenhum animal – deve comer chocolate, pois, embora seja uma doce tentação para os humanos, para os cães o chocolate torna-se venenoso, provocando sintomas tão preocupantes como: elevada temperatura corporal, sede anormal, agitação elevada, batimento cardíaco irregular ou mais acelerado, vômitos, tremores e convulsões.

Uvas e uvas passas: estes dois alimentos são proibidos para os cães porque afetam negativamente os rins. Se ingeridas, estejam atentos aos seguintes sinais: um cão letárgico, que bebe mais, urina mais e que vomita.

Pêssegos e ameixas: estas frutas não são alimentos indicados para cães devido principalmente ao seu caroço, pois, se for engolido não só pode obstruir os seus intestinos, como causar intoxicação/envenenamento por cianeto.

Abacate: contendo uma toxina chamada persin, o abacate causa danos ao nível do coração se ingerido por cães e os sinais de alerta resumam-se apenas a diarreia e vômitos, por isso, sejam vigilantes!

Nozes de macadâmia: se ingeridas por um cão, afetam negativamente o sistema nervoso e muscular, causando um aumento da temperatura corporal, tremores, fraqueza, letargia e vômitos.

Alho: extremamente prejudicial se for ingerido por um cão, o alho causa danos graves às células vermelhas o que, por sua vez, pode implicar uma anemia, fraqueza, vômitos e urina avermelhada por parte do cão afetado.

Massa de pão: por ainda se encontrar cru, o seu consumo pode causar envenenamento alcoólico num cão uma vez que a fermentação ocorre no trato digestivo. Estejam atentos se o cão apresentar vômitos, diarreia, distensão abdominal, letargia, desorientação, falta de coordenação motora, dificuldades respiratórias, convulsões, tremores e até estados de coma.

Cebola: o seu consumo por um cão pode revelar-se muito grave para o animal, uma vez que a cebola danifica as células vermelhas, provocando reações preocupantes como fraqueza, anemia, urina vermelha e vômitos.

Bebidas alcoólicas: nenhum cão ou outro animal de estimação deve estar exposto a bebidas alcoólicas, uma vez que o seu consumo provoca danos ao nível do sistema nervoso, o que se pode manifestar através de sintomas como: desorientação, letargia, falta de coordenação motora, diarreia, vômitos, dificuldades respiratórias, tremores, convulsões e até estados de coma.

Pastilha elástica: a pastilha elástica, nomeadamente aquela sem açúcar, contém xilitol que será extremamente perigoso para um cão se ingerido, uma vez que estimula a secreção de insulina o que, por sua vez, baixa os níveis de açúcar no sangue. O resultado? Um cão letárgico, sem coordenação motora, com convulsões, icterícia, vômitos e diarreia.

fonte: Blog do Cachorro

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sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Por que cachorros comem terra?



É provável que a grande maioria dos proprietários de cachorros, em algum momento, pôde observar um comportamento que para nós, humanos, chega a ser incompreensível. Muitas vezes, comer, cheirar ou simplesmente mastigar coisas estranhas torna-se um hábito para os cães, sejam eles adultos ou filhotes. Não há, no entanto, uma  explicação única para este tipo de comportamento, na verdade, este hábito pode acontecer em decorrência de vários fatores, isoladamente ou em conjunto. Até mesmo os veterinários não entendem totalmente o que causa a necessidade ou o gosto que alguns cachorros apresentam em comer terra, mas há algumas hipóteses prováveis que podem, sim, explicar o problema. Mas então, por que cachorros comem terra?

Meu cachorro ta comendo terra, o que eu faço?

Se você já  fez uma dessas perguntas, é muito provável que esse comportamento tenha se tornado um hábito na vida do seu cão. Embora haja diferentes fatores que possam explicar por que cachorros comem terra, nem sempre é possível identificar com facilidade a verdadeira causa. Para entender melhor porque os cachorros comem terra, é importante entender um pouco sobre a fisiologia dos cães. Apesar de muitos proprietários não levarem esse fator em consideração, os cães não são animais carnívoros no sentido exato do termo. É claro que os cachorros gostam de comer carne, o que significa que muitos outros elementos fazem parte da dieta de um cão. No entanto, em muitos aspectos, os cães também diferem de outros animais onívoros. Cachorros selvagens sobrevivem comendo de tudo, literalmente, para conseguir cumprir suas necessidades nutricionais básicas. Os antepassados dos cachorros modernos, por exemplo, que precisavam caçar para poder se alimentar, costumavam comer sua presa inteiramente e muitos desses animais, herbívoros, eram capturados de estômago cheio. O cachorro desfrutava então, de todas as partes desse animal, incluindo o estômago e tudo o que estava dentro. Além disso, os cães selvagens não podem ser excessivamente seletivos. Oportunistas por necessidade, esses animais foram acostumados por milhares de anos a investigar, procurar, farejar, caçar e comer tudo o que fosse necessário para sua sobrevivência.

O cachorro doméstico, ao contrário, busca nas plantas uma fonte alternativa de alimento, e esse caráter investigativo, curioso, pode levá-lo a estar sempre perto do solo, farejando todos os tipos de espécies vegetais ao seu redor, como frutas, grãos, raízes, etc. Mas então, por que cachorros comem terra? Será que os cães comem terra simplesmente por que eles sentem fome? Esta hipótese não pode ser totalmente descartada, mas a resposta para essa pergunta pode não ser assim tão simples. Então, se não é por fome, por que cachorros comem terra?

Deficiências Minerais

Este é o primeiro fator que pode causar esse estranho comportamento nos cães. Apesar de acreditarmos que a ração que estamos oferecendo ao nosso amigão de quatro patas seja perfeitamente balanceada e esteja correspondendo à todas as necessidades nutricionais de um cão, infelizmente isso nem sempre é verdade. Além disso, mesmo que a alimentação oferecida ao cachorro seja de boa qualidade, muitos outros fatores podem fazer com que os cachorros desenvolvam algum tipo de deficiência mineral. Cães muito ativos, por exemplo, podem ter uma maior necessidade de componentes minerais do que aqueles que são menos agitados. Em casos como esse, o veterinário poderá diagnosticar com mais facilidade este tipo de deficiência, e poderá indicar uma alimentação mais rica em minerais, seja através de uma complementação alimentar ou de uma ração de melhor qualidade. Portanto, se você está procurando saber por que os cachorros comem terra, essa pode ser uma possível resposta. Mas, e se a alimentação estiver muito bem balanceada, então por que cachorros comem terra? A explicação pode estar, então, relacionada a um problema diferente, de caráter comportamental, por exemplo.

Desvios Comportamentais

Uma causa muito comum para este problema pode estar relacionada a diversos problemas comportamentais. Um dos problemas mais frequentes é o tédio, que pode desencadear ainda outros desvios de comportamento. Cães que ficam muito tempo presos, isolados da família, sem atenção ou ainda, sem a possibilidade de se distrair, e brincar, podem apresentar um comportamento depressivo. É comum em casos como esse, que os cães desenvolvam comportamentos obsessivos, como lamber as patas sem parar, roer móveis e objetos, comer grama, ou comer terra. Se este for o problema, é possível que o seu cachorro esteja comendo terra como uma forma de passar o tempo.

Naturalmente, há outras possíveis causas para um desvio comportamental em cachorros além do tédio. Experiências traumáticas ou dolorosas, por exemplo, assim como problemas comportamentais herdados geneticamente, podem desencadear este tipo de desvio de comportamento, que normalmente vem acompanhado de outros comportamentos estranhos. Mas e se não houver nada que indique desvios de comportamentos, é possível saber por que cachorros comem terra?

Sabor

Embora possa parecer estranho para nós, humanos, muitos cachorros podem adquirir gosto pela terra, simplesmente por achar saborosa. Em muitos casos, há componentes na terra que podem ser particularmente saborosos para os cachorros, como elementos derivados de compostagem, adubos orgânicos, raízes, restos de frutos, e até mesmo pequenos animais que o cachorro pode considerar como um delicioso petisco. Urgh! Agora, vamos considerar que você esteja dizendo algo como: eu tenho certeza absoluta que o meu lindo cachorro não é problemático a ponto de achar que terra é uma coisa saborosa! Então, voltamos para a nossa pergunta inicial: é possível saber por que cachorros comem terra?

Grama e Demais Elementos Vegetais

Se você ainda desconfia que os motivos listados acima sejam insuficientes para fazer com que o seu cachorro queira comer terra, ainda pode restar uma outra hipótese. Em alguns casos, é possível que não seja exatamente a terra que ele esteja buscando. Conforme mencionado mais acima, os cães costumam buscar em diversos elementos vegetais para complementar sua dieta. Ou ainda, em outros casos, os cães podem buscar esses elementos vegetais, como a grama por exemplo, para provocar vômito.

O que fazer?

A solução para este “problema” é uma questão ainda mais difícil. A primeira coisa a fazer é tentar descobrir a verdadeira causa que desencadeia esse hábito. Se você já levou o seu cachorro ao veterinário e nenhuma questão de saúde foi encontrada, é possível que você precise dar uma maior atenção a alimentação do seu cão. Isso não quer dizer, necessariamente, que ele esteja passando fome, nem que você precisa oferecer mais comida. É possível que a ação mais acertada seja substituir a ração por uma de maior qualidade, que seja capaz de suprir todas as necessidades nutricionais do seu cachorro. Além da qualidade da ração, certifique-se que a sua opção esteja de acordo com as necessidades nutricionais do seu cachorro, de acordo com a sua idade, porte, etc. Leia atentamente as informações contidas na embalagem da ração e verifique se é realmente uma ração indicada para ele.

Se a questão alimentar também tiver sido descartada, resta-nos acreditar que o problema seja mesmo comportamental. Certifique-se que o seu peludo não esteja passando muito tempo sozinho e evite que ele fique o tempo todo isolado da família. Quanto maior a dedicação do proprietário e de toda a família às necessidades de exercício e atenção que seu cachorro precisa, maior a chance de minimizar os maus hábitos decorrentes de carência afetiva, isolamento, solidão, tédio, etc. Outro ponto importante em casos assim, é observar se o seu cachorro está recebendo a dose adequada de exercício que ele precisa regularmente. Utilize um critério bastante flexível em relação a esta questão, tenha em mente que nem todos os cães são iguais e cada um apresenta uma necessidade específica em relação a exercícios físicos. De maneira geral, se o seu cão recebe atenção da família, brinca, tem companhia todos os dias,  e passeia de coleira regularmente, é um bom indicativo que tudo está correndo bem nesse aspecto.

fonte: Blog do Cachorro


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Erick Mantovani
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